Focolares
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O Movimento dos Focolares é um movimento religioso de inspiração cristã, que prega o ecumenismo, com adeptos em diversas confissões religiosas. Ressaltando, entre outros princípios, a unidade. O movimento, com sua Sede Central em Rocca di Papa, Roma - Itália, está presente em 182 países e conta com 120 mil adeptos e aproximadamente 3 milhões e 200 mil simpatizantes, no mundo inteiro. No Brasil conta com mais de 17 mil adeptos e cerca de 300 mil simpatizantes.
Chiara Lubich, líder mundial do movimento, nasceu em Trento, Itália, em 1920; batizada Silvia, adotou depois o nome Chiara. Fundou o movimento católico ecumênico que se tornou conhecido por "Focolari" (palavra italiana que significa lareira), pelo fogo do amor evangélico experimentado. Destinado a promover a vida segundo os preceitos cristãos e contribuir para uma nova ordem mundial segundo os ideais de fraternidade e bens em comum. Sua atividade esteve inicialmente restrita a pequenas vilas italianas, principalmente no socorro prestado às vítimas do bombardeio de sua cidade natal em 1943/1944, durante a segunda guerra mundial. O apoio do influente político italiano Igino Giordani, porém, ajudou a propagar o Movimento a partir de 1948.
Em 1958, um pequeno grupo de italianos, engajados no Movimento dos Focolares, de passagem por São Paulo, foi convidado a falar para cerca trinta jovens. Lia, Fiore e Marco contaram sobre a origem deste Movimento, expondo a "pequena grande história" de Chiara e de suas primeiras seguidoras. Já nesta ocasião, alguns daqueles jovens sentiram-se em sintonia com o novo modelo de vida que acabava de ser proposto, tornando-se seus primeiros adeptos. No ano seguinte, 1959, Fiore retornou e permaneceu em São Paulo durante alguns meses, fazendo florescer as primícias da comunidade.
Fundado em 1985, o Movimento Juvenil pela Unidade, é a expressão juvenil do Movimento dos Focolares no Brasil, promovendo atividades, iniciativas e manifestações, junto com muitos outros jovens dos cinco continentes, que contribuem para a construção da unidade do movimento no país e em todo o planeta.
A respeito de Chiara Lubich, o Papa João Paulo II, teria dito: "Na história houve muitos radicalismos do amor: O radicalismo de Francisco, de Inácio de Loyola, de Charles de Foucauld. Existe também o radicalismo de Chiara..."
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